Arquivo de abril 2009

Em dia de festa, meu grande Irmão Paulo César Rossi recebe amigos em sua residência em Bicas para comemorar aniversário. As fotos registram os momentos de descontração.
Capitão Eulália, esposa Cel Maurmam e psicóloga do HGExJF, Rejane Perazini, esposa Cel Perazini. Gizeli, esposa do Major Gilvan, Cláudia Rossi, anfitriã. Alcian Guerra, esposa Coronel Guerra e Shirley Franklin, de Portugal.
Capitão Eulália, esposa Cel Maurmam e psicóloga do HGExJF, Rejane Perazini, esposa Cel Perazini. Gizeli, esposa do Major Gilvan, Cláudia Rossi, anfitriã. Alcian Guerra, esposa Coronel Guerra e Shirley Franklin, de Portugal.

 

 

 

 

 

 

Dr. Jorge Olívio  Dalpra,  Chefe CTI da Santa Casa e hospitais João Felício e João Penido, Paulo  Rossi, Major Gilvan , do estado maior da 4ª Brigada de Infantaria Motorizada, Coronel Correa, Coronel Guerra ( ex comandante do 10 º BI e da Policia Militar de Tocantins) e Coronel Médico Rogério Passos, ex Diretor do  HGEx JF.
Dr. Jorge Olívio Dalpra, Chefe CTI da Santa Casa e hospitais João Felício e João Penido, Paulo Rossi, Major Gilvan , do estado maior da 4ª Brigada de Infantaria Motorizada, Coronel Correa, Coronel Guerra ( ex comandante do 10 º BI e da Policia Militar de Tocantins) e Coronel Médico Rogério Passos, ex Diretor do HGEx JF.
Cláudia Rossi, Lucia Valdetaro, Dra. Eli Ribeiro de Brito, Juíza Militar da 4ª Circunscrição da Justiça Militar e Rita Rodrigues.
Cláudia Rossi, Lucia Valdetaro, Dra. Eli Ribeiro de Brito, Juíza Militar da 4ª Circunscrição da Justiça Militar e Rita Rodrigues.
Coronel Maurmann, Comandante do 10° BI, General Américo Paysan Valdetaro Filho, Comandante da 4° Brigada de Infantaria Motorizada, o anfitrião Paulo Rossi, Coronel Perasini, Comandante 17° Blog e Sergio Rodrigues, jornalista e apresentador da TV Panorama.

Coronel Maurmann, Comandante do 10° BI, General Américo Paysan Valdetaro Filho, Comandante da 4° Brigada de Infantaria Motorizada, o anfitrião Paulo Rossi, Coronel Perasini, Comandante 17° Blog e Sergio Rodrigues, jornalista e apresentador da TV Panorama.

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Por e-mail

“Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra os gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: “ninguém é insubstituível”. A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim. E o Beethoven?

- Como? – O encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu o Beethoven?

Silêncio.
Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substitui Beethoven?
Tom Jobim?
Ayrton Senna?
Ghandi?
Frank Sinatra?
Garrincha?
Santos Dumont?
Monteiro Lobato?
Elvis Presley?
Os Beatles?
Jorge Amado?
Pelé?
Paul Newman?
Albert Einstein?
Picasso?
Zico?
Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar ’seus gaps’.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis obsessivo…
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em ‘melhorar as fraquezas de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Quando o Zacarias dos Trapalhões faleceu, ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: “Estamos todos muitos tristes com a partida de nosso irmão Zacarias… e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém… pois nosso Zaca é insubstituível”

Portanto nunca esqueça: Você é um talento único, com toda certeza ninguém o substituirá.

“A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, beije demoradamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir, por mais estranho que seja o motivo. A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas enquanto estamos aqui, devemos aproveitá-la ao máximo.”

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“Quem sabe: a maior obra do Clodovil não será póstuma.

Melhor seria se o numero de deputados fosse proporcional aos habitantes dos estados. Aquele que tiver 15milhões de habitantes teria 15 representantes. A câmara dos deputados seria hoje composta por cerca de 180 parlamentares, de preferência eleitos pelo sistema misto (distrital e proporcional), como é nos países onde a democracia impera pra valer.

Os senadores seriam apenas um por estado, e nada mais. Uma exceção poderia ser concedida aos ex-presidentes: seriam senadores representando a República aproveitando a experiência adquirida no exercício do mandato.

Teríamos que vigiar apenas duzentos e poucos parlamentares, um terço do que temos hoje. Mesmo se continuassem espoliando a nação haveria um ganho maior ou perda menor.

O PROJETO
Em Julho de 2008 o deputado Clodovil Hernandes apresentou à Mesa da Câmara proposta de emenda à Constituição (PEC) para reduzir o número de deputados de 513 para 250. O projeto teve o apoio de 279 parlamentares (eram necessários 172 votos para que fosse apresentado). Não passou, por interesses óbvios. De novo é o gato tomando conta do peixe.
Pelo projeto, nenhuma Unidade da Federação poderá ter menos de quatro deputados nem mais de 35. Hoje, a menor representação tem oito e a maior, 70. Se a PEC passar, haverá corte de 263 deputados e redução de gastos, só em despesas com os parlamentares, de R$ 26,3 milhões por mês. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

De acordo com a ONG Transparência Brasil o custo de cada deputado é de R$ 6,6 milhões por ano! Cada senador é de R$ 33,1 milhões por ano.

Se a emenda Clodovil passasse, a Câmara o Senado fariam uma economia de mais de R$ 3,1 BILHÕES DE REAIS. Isso dá mais ou menos R$ 17,00 por habitante desta nação, cansada e espoliada.

CLODOVIL
Figura inegavelmente polêmica. Mas tinha idéias e coragem, além das suas contradições, tão humanas. Inteligente, com um senso crítico aguçado, ele dizia o que os outros apenas pensavam.

POVO BRASILEIRO
Vamos levantar a bandeira e forçar nossos parlamentares a reabrir o caso. Podemos fazer isso!”

clodovilhernandes1

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